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	<title>MX Trading</title>
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		<title>Importadores de automóveis se dizem aliviados com decisão do STF</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 12:01:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos  Automotores (Abeiva) disse estar aliviada com a decisão do Supremo  Tribunal Federal (STF) que suspendeu a elevação imediata da alta do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) decretada pelo governo em  15 de setembro. Pela decisão do Supremo, a aplicação das novas  alíquotas, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos  Automotores (Abeiva) disse estar aliviada com a decisão do Supremo  Tribunal Federal (STF) que suspendeu a elevação imediata da alta do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) decretada pelo governo em  15 de setembro. Pela decisão do Supremo, a aplicação das novas  alíquotas, que elevou em 30 pontos percentuais o imposto, devem  respeitar o prazo de 90 dias da edição da norma.</p>
<p>“As 27 marcas de veículos importados, associadas à entidade, desde o  dia 15 de setembro, quando foi anunciado em Brasília, questionaram a  constitucionalidade quanto à entrada em vigor, imediatamente à  publicação do decreto, por entender que o setor foi surpreendida e que  traria danos irreparáveis às importadoras e suas redes autorizadas de  concessionárias que, diante da decisão do STF, estão aliviadas, pois –  com o novo prazo de vigência – será possível planejar a comercialização  do atual estoque, bem como programar futuras aquisições no Exterior”,  diz a nota divulgada pela Abeiva.</p>
<p>O presidente da entidade e da montadora Kia no Brasil, José Luiz  Gandini,  informou que aguarda mais detalhes da decisão do STF para se  pronunciar sobre o tema.</p>
<p>Fonte: Jornal do Comércio</p>
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		<title>STF adia aumento de IPI para importados</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 12:00:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a decisão, alta só deve vigorar em 15 de dezembro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quinta-feira por  unanimidade, a cobrança imediata do aumento do IPI para carros  importados, instituída por decreto presidencial em 15 de setembro de  2011. Todos os ministros entenderam que o governo deveria ter  determinado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a decisão, alta só deve vigorar em 15 de dezembro.<br />
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quinta-feira por  unanimidade, a cobrança imediata do aumento do IPI para carros  importados, instituída por decreto presidencial em 15 de setembro de  2011. Todos os ministros entenderam que o governo deveria ter  determinado que a alta só valeria após noventa dias da publicação do  decreto, ou seja, só deveria vigorar em 15 de dezembro deste ano.</p>
<p>Os STF também decidiu dar efeito retroativo à suspensão, desde a  publicação do decreto. De acordo com os ministros, a Constituição  Federal determina que mudanças que impliquem aumento de tributos só  podem vigorar 90 dias da publicação de decreto ou lei. Segundo eles,  esse é um direito fundamental dos contribuintes de não serem  surpreendidos.</p>
<p>— Em matéria tributária no Brasil, o princípio do não susto já seria bem-vindo — disse a ministra Carmen Lúcia.</p>
<p>O decano do STF, Celso de Melo, afirmou que a cobrança imediata do aumento do IPI era de uma “patente inconstitucionalidade”.</p>
<p>A medida de aumentar o IPI dos carros importados foi adotada pelo  governo como forma de “preservar os empregos no Brasil” e “fortalecer a  indústria nacional”. Pelo decreto, as montadoras que não tiverem 65% de  conteúdo nacional em seus automóveis e caminhões, entre outras  exigências, estão sujeitas a pagar o IPI maior.</p>
<p>A Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a cobrança imediata da  alta de 30 pontos porcentuais do IPI para carros importados foi ajuizada  no STF pelo partido Democratas.</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o aumento do Imposto sobre  Produtos Industrializados (IPI) de carros importados até que tenha  transcorrido o prazo de noventa dias da edição da norma. Na prática, a  decisão adia a mudança no tributo até dezembro.<br />
Fonte: Zero Hora</p>
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		<title>Na União Europeia, Mujica defenderá acordo com o Mercosul</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 12:00:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na presidência temporária do Mercosul (bloco que reúne o Brasil,  Uruguai, a Argentina e o Paraguai), o presidente do Uruguai, José  Mujica, conversa hoje (20) com o presidente da União Europeia (UE), José  Manuel Durão Barroso, em Bruxelas, na Bélgica. A expectativa é que  Mujica defenda um acordo de associação global [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na presidência temporária do Mercosul (bloco que reúne o Brasil,  Uruguai, a Argentina e o Paraguai), o presidente do Uruguai, José  Mujica, conversa hoje (20) com o presidente da União Europeia (UE), José  Manuel Durão Barroso, em Bruxelas, na Bélgica. A expectativa é que  Mujica defenda um acordo de associação global equilibrado.</p>
<p>De 7 a 11 de novembro, em Montevidéu (Uruguai), haverá uma rodada de  negociações entre integrantes dos dois blocos para negociar a adoção de  regras de livre comércio. Os integrantes do Mercosul querem mais acesso  ao mercado europeu, mas há restrições a essa demanda.</p>
<p>Há cinco meses, as negociações entre o Mercosul e a União Europeia  foram retomadas. Desde 2004, as conversas estavam paralisadas devido à  falta de progresso na Rodada Doha, na Organização Mundial do Comércio  (OMC) – que prevê a criação de novas regras para o comércio global.  Segundo especialistas, as conversas políticas avançam, mas não há  consenso sobre vários aspectos, como a redução de tarifas e as  exportações de produtos agrícolas.</p>
<p>Para os europeus, facilitar a exportação de produtos agrícolas do  Mercosul pode prejudicar os agricultores da União Europeia, causando  perdas de até 3 bilhões de euros. Em passagem por Berlim (Alemanha),  Mujica disse que apesar das dificuldades, um acordo do Mercosul com a  União Europeia é avaliado “como questão estratégica.”</p>
<p>No começo deste mês, a presidenta Dilma Rousseff se reuniu com o  comando da União Europeia, em Bruxelas. Na conversa, Durão Barroso pediu  que o Mercosul e a União Europeia façam um “plano de esforço conjunto”  para combater os impactos da crise econômica internacional. Segundo ele,  há a intenção de ampliar as parcerias entre os europeus e o Mercosul.</p>
<p>De acordo com Durão Barroso, será um “ganho para ambas as regiões”.  Ele disse que o Mercosul investe mais nos 27 países da União Europeia do  que a Rússia, a China e a Índia juntas. De forma semelhante reagiu o  presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que destacou o papel  desenvolvido pelo Brasil no cenário político e econômica internacional.</p>
<p>“Há planos ambiciosos. Minha expectativa é complementar as relações  econômicas e comerciais”, disse Rompuy. “O Brasil é um importante,  valioso e estratégico parceiro”, acrescentou, lembrando que as políticas  adotadas no país são “expressivas”.</p>
<p>* Com informações da agência pública de informações do Paraguai, Ipparaguai</p>
<p>Fonte: Agencia Brasil</p>
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		<title>Brasil abre reclamação contra África do Sul na OMC</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 11:59:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Brasil abriu ontem uma reclamação formal na Organização Mundial do  Comércio (OMC) contra a demora da África do Sul em reabrir seu mercado  às exportações nacionais de carne suína.
A notificação, chamada “Specific Trade Concern”, está baseada no  Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, na sigla em  inglês) da OMC. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil abriu ontem uma reclamação formal na Organização Mundial do  Comércio (OMC) contra a demora da África do Sul em reabrir seu mercado  às exportações nacionais de carne suína.</p>
<p>A notificação, chamada “Specific Trade Concern”, está baseada no  Acordo sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS, na sigla em  inglês) da OMC. O procedimento, antecipado na terça-feira pelo portal do  Valor, é o primeiro passo para a abertura de consultas formais  bilaterais e eventual abertura de um comitê de arbitragem.</p>
<p>A medida busca forçar o governo da África do Sul a explicar, em  uma rodada multilateral, os porquês da recusa em manter fechadas as  fronteiras ao produto brasileiro desde 2005. “Não há motivos sanitários  nem embasamento científico”, disse uma fonte do governo.</p>
<p>Em conversas informais, ontem, negociadores do país africano  teriam reconhecido, segundo essa fonte, haver um equívoco na vinculação  entre a ampliação das vendas de vinho sul-africano à reabertura do  mercado local para a carne suína brasileira. O ministro do Comércio e  Indústria sul-africano, Rob Davies, propôs abertamente essa troca ao  ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel: “Swine for wine”, disse,  em inglês, em reunião na terça, em Pretória. Os parceiros comerciais  reclamam de exigências feitas por Receita Federal e Ministério da  Agricultura ao vinho sul-africano.</p>
<p>Mas parece haver divergências na estratégia do governo  brasileiro. Uma fonte do Itamaraty que acompanha viagem da presidente  Dilma Rousseff ao continente africano afirmou ao Valor que, de fato, a  negociação está “praticamente acertada”, mas que há irritação do  Ministério da Agricultura com a chantagem feita pelos sul-africanos. A  fonte disse que o governo está decidido a negociar porque esse seria o  caminho. “Se não houver precipitação de nenhum lado, a liberação deve  sair até o fim do ano”, previu uma autoridade que acompanhou as  conversas entre os governos, na África do Sul.</p>
<p>O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, está otimista  e diz esperar apenas os resultados de uma missão sul-africana a ser  enviada ao Brasil e das conversas que pretende ter com o ministro da  Agricultura, Mendes Ribeiro, ao voltar ao país, na próxima semana. No  governo, avalia-se que, de fato, é indesejável a barganha do “swine for  wine”. Mas como a África do Sul é parceiro estratégico, indispor-se com o  poderoso ministro Rob Davies nesse tema pode comprometer outros  negócios. A boa vontade brasileira está, porém, condicionada à  concretização dos gestos recíprocos prometidos pelo ministro Davies.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Embarques de fumo para a China surpreendem</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:21:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os economistas da Fundação de Economia e Estatística (FEE) mostraram  surpresa ontem durante a divulgação dos dados da exportação gaúcha entre  janeiro e setembro deste ano. O motivo foi o envio do equivalente a US$  140,1 milhões em fumo para o mercado chinês – tradicionalmente a  Bélgica era um dos principais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os economistas da Fundação de Economia e Estatística (FEE) mostraram  surpresa ontem durante a divulgação dos dados da exportação gaúcha entre  janeiro e setembro deste ano. O motivo foi o envio do equivalente a US$  140,1 milhões em fumo para o mercado chinês – tradicionalmente a  Bélgica era um dos principais importadores.</p>
<p>Embora os preços praticados pelo Estado na venda do fumo tenham  apresentado uma queda de 11% frente ao mesmo mês do ano passado, o  volume exportado aumentou 85,3% e o valor arrecadado, 64,9%. Para o  economista Bruno Caldas, responsável pelo levantamento, a variação  expressiva se deve apenas à debilidade da base de 2010, ano que  registrou uma importante quebra na safra de fumo.</p>
<p>O efeito da fraca base de 2010 é visto também nos números gerais, que  apontam que o mês de setembro registrou um volume de exportações 25,2%  maior que no ano anterior e um aumento no valor obtido de 44,7%.  Nacionalmente, setembro representou alta de 23,6% em volume e 4,7% em  valores.</p>
<p>Quando comparamos com os dados nacionais, vemos que as exportações do  Rio Grande do Sul aumentaram em valores e também em volume. Enquanto  isso, os dados do Brasil apontam apenas um crescimento nos valores, que  foram puxados principalmente pela valorização dos minérios. Isso  significa que, enquanto o País cresce por uma questão de cotação, o  Estado de fato ganha mercados”, disse o economista.</p>
<p>Já no acumulado do ano, que considera os dados de janeiro a setembro,  percebe-se que o Rio Grande do Sul teve um crescimento de 9,2% no  volume das exportações e de 30% nos valores. Os dados acumulados mostram  que as vendas externas foram puxadas pela agropecuária, que enviou 29%  mais produtos ao exterior (e obteve 74,4% mais recursos). Já a indústria  de transformação exportou 6,5% mais até setembro deste ano e obteve um  rendimento 21,9% maior.</p>
<p>Segundo a FEE, o bom desempenho durante o mês de setembro colocou o  Rio Grande do Sul na terceira posição entre os estados exportadores,  atrás de São Paulo e Minas Gerais, superando o Rio de Janeiro. Dentre os  principais produtos enviados aos outros países pelo Estado, destacam-se  os grãos de soja (aumento de 18,5% em volume e 34% em preços). Já na  indústria o principal crescimento foi obtido pelos produtos alimentícios  e bebidas, que aumentaram 31,5% – explicados pelo crescimento de 52,3%  das vendas de óleos e gorduras vegetais e animais.</p>
<p>Os destaques negativos ficaram com as exportações do setor de refino  de petróleo (37,1%) e calçados, que caíram 12,7%. Os principais destinos  dos produtos gaúchos estão a China (45,9%), a Argentina (24,7%) e a  França (238,1%).</p>
<p>Exportações brasileiras chegam a US$ 202 bilhões e superam indicadores de 2010<br />
As exportações brasileiras em 2011 chegaram a US$ 202,071 bilhões entre  janeiro e o dia 18 de outubro. O resultado supera o valor das  exportações em todo o ano de 2010 (janeiro a dezembro), quando foi  registrado um resultado recorde. Segundo o Ministério do  Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a meta para as  exportações brasileiras em 2011 é de US$ 257 bilhões. O número projeta  um crescimento de 27% sobre o total exportado em 2010.</p>
<p>Na segunda-feira, o ministério informou que, no acumulado do ano, até  a semana passada, com 198 dias úteis, as vendas ao exterior somavam US$  199,809 bilhões (média diária de US$ 1,009 bilhão). Na comparação com a  média diária do mesmo período de 2010 (US$ 778,9 milhões), as  exportações cresceram 29,6%. As importações foram de US$ 175,898  bilhões, com média diária de US$ 888,4 milhões. O resultado está 26%  acima da média registrada no mesmo período de 2010 (US$ 704,8 milhões).</p>
<p>No acumulado do ano, o superávit comercial está em US$ 23,911  bilhões, crescimento de 66,4% em relação ao mesmo período de 2010 (US$  14,372 bilhões). Na comparação pela média diária, o crescimento foi de  63% em relação a igual período do ano passado (US$ 74,1 milhões).<br />
Fonte: Jornal do Comércio</p>
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		<title>Câmara aprova MP que cria fundo para exportação</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:21:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[BRASÍLIA – A Câmara aprovou a medida provisória do plano ”Brasil  Maior” que cria o Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX) com a  participação da União em até R$ 1 bilhão. A proposta aprovada também  altera o programa ”Revitaliza” para incluir o setor de autopeças e os  produtores de café entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA – A Câmara aprovou a medida provisória do plano ”Brasil  Maior” que cria o Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX) com a  participação da União em até R$ 1 bilhão. A proposta aprovada também  altera o programa ”Revitaliza” para incluir o setor de autopeças e os  produtores de café entre os segmentos que podem receber subvenções  econômicas por meio de equalização das taxas de juros e bônus de  adimplência em financiamentos. Esse programa foi criado para atender a  setores que enfrentavam dificuldades de concorrer com produtos  importados.</p>
<p>A proposta aprovada pelos deputados reestrutura o Instituto Nacional  de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), fortalecendo a atuação  do órgão no controle das importação de produtos. O texto altera também a  designação do Ministério da Ciência e Tecnologia para incluir  “Inovação” em seu nome e a atribuição da condução das políticas de  incentivo à inovação. O texto do relator, deputado Ratinho Júnior  (PSC-PR), será votado ainda pelos senadores antes de seguir à sanção da  presidente Dilma Rousseff.</p>
<p>Fonte: O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Copom reduz juro em 0,50 ponto porcentual, para 11,50% ao ano</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:20:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Colegiado destaca ambiente global mais restritivo e diz que ‘ajuste  moderado’ é consistente com a convergência da inflação para a meta em  2012.
SÃO PAULO –  O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  decidiu nesta quarta-feira, 19, por unanimidade, cortar a taxa Selic em  0,50 ponto porcentual para 11,5% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Colegiado destaca ambiente global mais restritivo e diz que ‘ajuste  moderado’ é consistente com a convergência da inflação para a meta em  2012.<br />
SÃO PAULO –  O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  decidiu nesta quarta-feira, 19, por unanimidade, cortar a taxa Selic em  0,50 ponto porcentual para 11,5% ao ano. Com isso, acelerou o ritmo de  queda do juro básico da economia iniciado em agosto, quando a taxa havia  sido reduzida em 0,50 ponto porcentual.</p>
<p>Em comunicado, o colegiado destacou o ambiente global mais restritivo  e disse que o “ajuste moderado” do juro é consistente com a  convergência da inflação para a meta em 2012. O centro da meta do  governo é de 4,5%, com uma tolerância de dois pontos porcentuais para  mais ou para menos. Nos últimos 12 meses até setembro, no entanto, o  IPCA já acumula alta de 7,31%, ultrapassando o teto da meta.<br />
Esse foi o segundo corte de juro feito pelo BC no governo de Dilma  Rousseff. A redução, que diminui o custo do crédito e incentiva o  crescimento econômico, faz parte de uma estratégia do governo de reação à  crise financeira internacional.</p>
<p>A decisão monetária desta quarta-feira veio em linha com a previsão  da maior parte dos analistas financeiros. De acordo com levantamento do  AE Projeções, serviço da Agência Estado, de 74 instituições financeiras  consultadas, 69 esperavam uma queda de 0,50 ponto porcentual, quatro  apostavam em corte de 0,75 ponto porcentual e apenas uma casa trabalhava  com a expectativa de uma redução de 0,25 ponto porcentual.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 29 e 30 de  novembro. A ata da reunião de hoje será divulgada pelo BC na  quinta-feira da próxima semana, dia 27 de outubro.<br />
Fonte: O Estado de São Paulo</p>
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		<title>Mantega nega que Brasil pretenda aumentar IPI para outros tipos de produtos</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:18:43 +0000</pubDate>
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Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou hoje (18) que o  Brasil pretenda estender as medidas protecionistas, como o aumento do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, a outros  tipos de produtos. Mantega fez a afirmação em reunião com o ministro de  Finanças da Coreia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Repórter da Agência Brasil<br />
Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou hoje (18) que o  Brasil pretenda estender as medidas protecionistas, como o aumento do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, a outros  tipos de produtos. Mantega fez a afirmação em reunião com o ministro de  Finanças da Coreia do Sul, Jaewan Bahk, no Ministério da Fazenda.<br />
Segundo o secretário de Relações Internacionais da Fazenda, Carlos  Cozendey, que acompanhou o encontro, Mantega assegurou ao colega coreano  que o aumento do IPI sobre automóveis de fora do Mercosul e do México é  temporário e vigorará até dezembro de 2012. Um eventual aumento do  prazo de transição para as montadoras que desejem instalar fábricas no  Brasil, declarou Cozendey, não foi discutido.<br />
“O ministro coreano abordou a questão e Mantega disse que a medida [o  reajuste do IPI] não é contra um país ou outro. A empresa que cumprir os  requisitos [de 65% de componentes nacionais e se instalar no Mercosul]  tem o mesmo tratamento que os produtos nacionais”, explicou Cozendey.<br />
Durante a reunião, informou o secretário, Mantega manifestou preocupação  com as barreiras fitossanitárias que os sul-coreanos têm levantado  sobre a carne brasileira. Segundo Cozendey, essas barreiras contribuem  para o déficit comercial do Brasil com o país asiático, que aumentou dez  vezes nos últimos cinco anos, enquanto o comércio bilateral cresceu  três vezes.<br />
Os dois ministros também discutiram o reforço ao Fundo Monetário  Internacional (FMI), assunto que dominou as discussões da reunião dos  ministros das Finanças do G20, na semana passada em Paris. Mantega pediu  apoio ao colega coreano para que o repasse de recursos seja feito por  meio de acordos bilaterais. Bahk, informou Cozendey, não se comprometeu a  aderir a proposta brasileira. Apenas declarou que pode acompanhar o  Brasil se houver consenso.<br />
No encontro dos ministros do G20, os países concordaram sobre a  necessidade de reforçar o FMI para enfrentar um eventual agravamento da  crise econômica atual. Os membros do grupo, que reúne as 20 maiores  economias do mundo, divergiram sobre a forma que o aporte ocorrerá.<br />
O Brasil e países emergentes sugerem que o repasse de recursos seja  feito por meio de acordos entre o FMI e cada país. Diversos países  europeus, no entanto, defendem que o Brasil e outros países que  emprestaram recursos para o Fundo em 2009 adiem a incorporação desse  dinheiro às cotas do fundo, que ocorreria em 2012. Isso obrigaria o  Brasil, Japão, a Rússia, Índia, China, União Europeia, e os Estados  Unidos a fazer novos aportes.<br />
Em 2009, o Brasil se comprometeu a emprestar US$ 14 bilhões das reservas  internacionais ao FMI, dos quais cerca de US$ 10 bilhões foram  efetivamente repassados. Pelo acordo original, o país poderia usar esses  recursos para aumentar a cota no FMI. Caso a proposta europeia seja  aceita, o Brasil terá de desembolsar mais recursos além do previsto no  próximo ano para ter mais poder no Fundo.<br />
Apesar de a sugestão dos países europeus implicar desembolsos  adicionais, Cozendey negou que o receio do Brasil à proposta seja o  impacto financeiro. “Os acordos bilaterais são mais rápidos e permitirão  que os recursos estejam disponíveis para o FMI no início do próximo  ano. Pela proposta dos outros países, seria necessário um novo acordo e o  dinheiro só deverá estar disponível em setembro ou outubro de 2012”,  explicou.<br />
Fonte: Agencia Brasil</p>
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		<title>Governo eleva pela terceira vez meta de exportações</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 12:17:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As exportações do Brasil, até segunda-feira, chegaram a US$ 199,8  bilhões, pouco abaixo dos quase US$ 202 bilhões do ano passado.
O governo deve elevar, pela terceira vez este ano, a meta de  exportações, que podem superar o total das vendas brasileiras ao  exterior de todo o ano passado, segundo anunciou ontem, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações do Brasil, até segunda-feira, chegaram a US$ 199,8  bilhões, pouco abaixo dos quase US$ 202 bilhões do ano passado.</p>
<p>O governo deve elevar, pela terceira vez este ano, a meta de  exportações, que podem superar o total das vendas brasileiras ao  exterior de todo o ano passado, segundo anunciou ontem, na África do  Sul, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior,  Fernando Pimentel. As exportações do Brasil, até segunda-feira, chegaram  a US$ 199,8 bilhões, pouco abaixo dos quase US$ 202 bilhões do ano  passado.</p>
<p>“Vamos rever (a meta) na segunda-feira, provavelmente. O  pessoal está lá fazendo os cálculos”, disse o ministro, que, em agosto,  aumentou a meta para US$ 257 bilhões. Basta que os próximos meses  mantenham o ritmo de crescimento do ano, em relação ao ano passado, para  que essa meta seja superada. Pimentel ainda espera alguma influência do  aumento na cotação do dólar sobre os números do comércio exterior neste  ano. “A desvalorização do real certamente vai nos ajudar, mas ainda é  cedo para medir esse impacto”, disse.</p>
<p>“Exportar significativamente mais que no ano passado é um bom  resultado”, comentou. “Com a crise econômica internacional, um número  desses mostra a vitalidade da economia brasileira.” Ele negou que a  desaceleração nas importações de automóveis seja provocada pela decisão  do governo de elevar o IPI para automóveis com menos de 65% de conteúdo  produzido no Brasil ou países com quem o governo brasileiro tem acordo.  “As importações caíram um pouco, mas pelo desaquecimento do mercado em  geral”, argumentou.</p>
<p>Para Pimentel, os três meses após julho costumam ser mais  fracos para as vendas de automóveis, e há carros acumulando-se nos  pátios das montadoras. Ele afirmou que o governo não pretende rever a  medida que aumentou o IPI aos importados, mas revelou que as duas  montadoras que apresentaram planos de instalação de fábricas no país,  BMW e a chinesa JAC, poderão vir a ganhar alguma flexibilidade de prazos  na exigência de conteúdo nacional ou regional.</p>
<p>“Temos de trabalhar com o Ministério da Fazenda e ver o que é  possível fazer para contemplar o que estão pedindo. A gente deve estudar  um regime alternativo para quem quer se instalar no país.” Pimentel  minimizou a ameaça de ação contra o Brasil na Organização Mundial do  Comércio, onde o Japão, acompanhado por outros países, cobrou  explicações sobre o aumento do IPI. “É um procedimento normal, vamos  dizer que não é nenhuma medida protecionista contra nenhum país  especialmente”, disse.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
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		<title>Rússia e mais sete países da extinta União Soviética criam zona de livre comércio</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 11:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mxtrading</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nova zona deve entrar em vigor em janeiro de 2012.
A Rússia, a Ucrânia e mais seis integrantes da extinta União Soviética  assinaram nesta terça-feira um acordo para a criação de uma zona de  livre comércio. A nova zona de livre comércio inclui também Armênia,  Bielo-Rússia, Cazaquistão, Moldávia, Quirguistão e Tajiquistão.
— A criação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nova zona deve entrar em vigor em janeiro de 2012.<br />
A Rússia, a Ucrânia e mais seis integrantes da extinta União Soviética  assinaram nesta terça-feira um acordo para a criação de uma zona de  livre comércio. A nova zona de livre comércio inclui também Armênia,  Bielo-Rússia, Cazaquistão, Moldávia, Quirguistão e Tajiquistão.</p>
<p>— A criação desta zona não contradiz as normas da Organização Mundial  do Comércio (OMC) — declarou o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir  Putin, em entrevista coletiva concedida depois da assinatura do acordo  pelos chefes de governo das oito nações envolvidas.<br />
Fonte: Zero Hora</p>
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